Aprendi a esperar

Meu plectro é a sua voz alta,
Com a qual aprendia a viver o presente e
Breves instantes de liberdade.
Estranha voz vazia,
Faz as poucas palavras criarem sentido,
Pois o adeus é silencioso:
Do arrepio do beijo na esquina do meu pescoço
Ao olhar que se entrelaça e nada mais vê.
Seriam os erros cometidos pela nossa pressa?
Talvez seja por ela que se aprende a esperar.

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